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Não cumpriu as metas de 2023? Saiba como o tarot pode ajudar

Final do ano chegou e você não conseguiu cumprir as metas de 2023 ainda? Calma! Saiba como as cartas do tarot podem ajudar

mesa com cartas de tarot com velas acima
Conselho das cartas para este ano - Foto: Shutterstock

Fim de ano quase chegando e a retrospectiva 2023 é imediata, mas cuidado com o desânimo que bate em razão das metas não cumpridas. Com isso, existem dois arcanos menores do tarot que nos mostram exatamente o que fazer se o desânimo resolver reinar. Saiba quais são eles.

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Metas não cumpridas: do desânimo à melancolia

Os primeiros registros que temos sobre esse sentimento data do século IV a.c, fruto da teoria dos humores desenvolvida por Hipócrates, o pai da medicina. Segundo ele, o excesso de bile negra seria a causadora dos sintomas de tristeza, da angústia, apatia e desânimo que caracterizam a melancholia, cujo termo se origina da junção das palavras Melan (negro) e Cholis (bílis), “a bile negra”.

Esse sentimento quase sempre retratado nas artes é até hoje utilizado em doses homeopáticas como técnica de engajamento nas séries e filmes, com protagonistas altamente promissores, mas inicialmente com uma certa propensão à tristeza, cenário real de qualquer vida ao redor do globo. Não demora muito eles são chamados a uma grande aventura e é daí que se abre um enredo fascinante e a vida dá o seu giro 360º, enchendo o nosso peito de esperança e ativando o nosso imaginário “– bem que poderia ser assim comigo também”, e pode!

Alguns “desanimados” na nossa história

Em nossa história, vemos diversas pessoas que sofreram com esse sentimento, algumas delas extremamente criativas, cheias de sonhos e presença de vida e muita sensibilidade como Sidarta Gautama (Buda), que se viu extremamente desanimado, melancólico e entediado com sua vida enclausurada no castelo, resolveu dar um passeio pelo reino, mas ao encontrar a pobreza se comovendo com a dificuldade alheia e acabou renunciando a tudo! Criando assim o Budismo, uma incrível religião filosófica. Temos também Vincent Van Gogh, que enquanto estava em um hospital psiquiátrico, após ter um colapso mental e sofrer várias crises emocionais e psicológicas pintou um de seus mais famosos quadros, chamado a “Noite Estrelada”. E não foi diferente com Clarice Lispector, que lutava contra o desânimo, mas desenvolveu depressão. Insistiu até o fim em remexer os seus sentimentos, e lá no fundo encontrar palavras para montar frases com uma certa esperança realista, que fizeram dos seus textos obras atemporais.

“Toc, Toc” – Sou eu a tristeza e trago comigo o desânimo!

É certo dizer que a melancolia é um transtorno do humor que nasce de uma tristeza que não foi tratada, nos deixando aos braços do desânimo, e que em seu estado mais grave pode levar a outros dois transtornos psicológicos, a distimia e a depressão. E quem aí está blindado de sentir tristeza? Como citado anteriormente, até mesmo os grandes nomes da história e das artes deixaram em suas obras os registros desse sentimento, a diferença é que encontraram um jeito muito bom de lidar com ele. Vez ou outra ele vai tentar se apoderar da nossa mente, tal como um invasor indesejado querendo fazer morada, mas dois arcanos menores do tarot nos dão uma dica e tanta, para superar esses momentos e fazer do limão, uma limonada, são eles O Quatro de Copas e o Quatro de Paus.

Cartas do tarot que nos ajudam a aliviar o peso das metas

Quatro de Copas

O clássico tarot de Rider Waite não nos deixa dúvida no significado desse arcano menor, vemos uma pessoa embaixo de uma árvore totalmente desanimada, sem perspectiva e de braços cruzados. Nessa composição vemos ainda três taças (copas) em pé e uma quarta taça sendo oferecida pela mão direita, considerada a mão dominante, associada à ação, assertividade. Além de simbolizar a capacidade de realizar tarefas, tomar decisões e manifestar nossos desejos no mundo físico, também é frequentemente associada à benção, proteção e poder divino. Se não fosse a pessoa em seu estado de desânimo, certamente a imagem não representaria problema algum.

Nesse arcano menor o significado é que as coisas se encontram suspensas, aparentemente em inércia, mas o cenário foi criado justamente por nossa atitude diante da vida. Existe uma melancolia, um tédio, sentimentos e emoções ruins (na imagem a pessoa cruza os braços frente ao seu chacra cardíaco, refletindo o bloqueio desse centro das nossas emoções). Mas as oportunidades representadas pela taça que flutua com as mãos, estão disponíveis. Talvez essa pessoa precise aprender um pouco mais sobre o equilíbrio dos próprios sentimentos e a organização das metas, das rotinas e do bom uso do tempo, porque ele está passando.

Tem momentos na vida em que somos surpreendidos por esse sentimento, um desejo de que as coisas fossem diferentes do que está sendo naquele exato momento, mas mudar essa realidade instantaneamente é impossível, não é como mágica. Só nos resta encarar o que há por trás dele, o que ele está querendo nos mostrar e que ainda precisa ser aceito? Talvez seja muito mais simples, como condição real da nossa “insignificância” frente ao universo, capaz de nos fazer um ser humano melhor.

Quatro de paus

Quatro. Duas vezes o número 2, a parceria equilibrada entre duas pessoas, mas que nesse caso podemos encarar como a nossa colaboração com a inteligência que rege é o universo. Nesse arcano menor vemos duas pessoas felizes, vestidas de branco (cor da paz e harmonia) com ramos e coroa de flores, frente a um castelo e embaixo de um pergolado, tal como um portal. Os portais são símbolos extremamente incríveis que nos levam de um estado a outro e está em absolutamente tudo, guardando os segredos. A entrada de Alice para o País das Maravilhas, a porta do guarda-roupa em As Crônicas de Nárnia, encontramos ainda as portas nos cômodos de nossas casas, carro, avião, etc, sempre marcando a transitoriedade. Passar pelo portal é atravessar um limite, mover-se do conhecido para o desconhecido e nesse caso com essa carta o desconhecido se revela ser surpreendentemente bom.   

O arcano menor Quatro de paus, nos sugere autoconfiança, nos diz que há desafios a serem superados, mas não há verdadeiramente um problema. Ele nos ensina a importância da administração do tempo, aproveitando o momento de marasmo para refletir positivamente sobre o que precisa ser feito primeiro em nosso íntimo, indica que o sucesso começa pelo autocontrole das nossas forças negativas e positivas de forma equilibrada (2), para trabalhar em sinergia com os desafios e oportunidades (2) que a vida nos apresentará. E assim temos o número 4, que é considerado o reino da matéria, com ele encontramos a fixação, a estabilidade e bases sólidas, para podermos materializar a nossa vontade.

Felipe Bezerra é Tarólogo, Astrólogo e Terapeuta Holístico na Origem Therapias.

Instagram: @origemtherapias

Site: https://www.origemtherapias.com.br/

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