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Autoconhecimento

Compreenda as várias mortes do ser humano

Entenda como essa jornada faz a desconexão com as dimensões mais densas e conduz de volta à essência. Foto: Shutterstock

Ao compreendermos o ser humano em uma perspectiva espiritualista, a partir de sua estrutura em sete corpos, é possível aprofundar a visão sobre diversos fenômenos relativos à natureza humana. Alguns exemplos são os desdobramentos espirituais, a formação de bloqueios energéticos, o vazio existencial e a descoberta da missão de vida. Outro ponto que pode ser analisado a partir de um novo entendimento é a morte. O ser humano é um ser espiritual vivendo uma experiência na matéria (e não um ser material que pode vivenciar experiências transcendentais). Portanto, entender as várias mortes que temos é um processo no qual nos despedimos das ferramentas – os corpos – que utilizamos para nos expressarmos em nossa experiência e voltarmos para a nossa essência.

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Compreendendo as várias mortes dos corpos

No momento de nascer sobre a face da Terra, vai ocorrendo a diminuição da frequência de vibração do ser e a construção de cada um dos seus corpos, que serão os seus instrumentos de manifestação nas diversas dimensões em que se encontra.

Quando se encerra o período de aprendizado na Terra e chega a hora da morte, o processo inverso: esta frequência volta a se acelerar e o corpo se desestrutura.

Primeira morte

Na chamada primeira morte, são “desligados” os corpos físico e duplo etérico. Sendo que leva algum tempo para que todos os fluidos do duplo etérico se desconectem dos outros corpos.

Mesmo que hoje em dia não se tenha consciência disso, o velório é um ritual comum a muitas culturas e religiões, no qual se aguarda um tempo para que se efetue todo esse desligamento.

Dessa forma, as energias do corpo físico e o duplo etérico são devolvidas à Terra, seja pela decomposição da matéria ou pela dissipação da energia, e o ser passa a vibrar em uma frequência mais sutil.

Os outros corpos permanecem frequenciando em suas dimensões específicas, mantendo as vivências e experiências de cada ser. Assim, aquele ser continuará vivendo por milhares de anos, interagindo no mundo espiritual com o corpo astral e o corpo mental.

Segunda morte

Passado um grande período de autoconhecimento e evolução, o ser se desliga também do corpo mental e emocional para alcançar nova vivência, ainda mais sutil.

Nessa dinâmica, volta a ser somente luz, em um estado de pura essência. É a chamada segunda morte. E nada se perde: tudo o que foi vivido, seja visto como bom ou ruim, aprendizados e experiências continuam existindo com essa essência.

Entender as várias mortes é um processo muito longo, no qual a própria pessoa precisa se sentir livre de pendências, de dívidas e de sofrimentos – no sentido de ter causado dor a outros e a si mesma.

E assim, sentir-se na condição de voltar a essa origem, onde todos se identificam com a pureza do amor, que é a essência de todos nós.

Texto: Bia Albuquerque (@biaaterapeuta), humanoterapeuta, psicanalista espiritualista, facilitadora do Círculo da Vida e ledora de baralho terapêutico

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