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Outubro Rosa: Câncer de mama e bloqueios afetivos

Por Ana Melo 01/10/2020 ÀS 17H30
Outubro Rosa: Câncer de mama e bloqueios afetivos Outubro Rosa: Câncer de mama e bloqueios afetivos - Shutterstock

Outubro Rosa: Câncer de mama e bloqueios afetivos 

 

Com a chegada do mês de outubro, é impossível não mencionar o Movimento Internacional Outubro Rosa que promove a conscientização do câncer de mama. Não só vamos falar sobre a importância desse tema, mas, também iremos falar como a metafísica enxerga a relação mental e energética da mama e como os bloqueios afetivos são associados com esse tipo de câncer. 

 

O movimento Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 e é celebrado anualmente para divulgar informações e facilitar o acesso de diagnósticos e tratamentos para diminuir a mortalidade. A doença é causada pela multiplicação desordenada de células, formando tumores que podem evoluir de diferentes formas. A detecção precoce da doença permite tratamentos menos agressivos e taxas satisfatórias de cura, diante disso, é importante que a mamografia seja feita regularmente por mulheres a partir de 40 anos.

 

Como a metafísica enxerga a mama e câncer?

É na amamentação que é construído uma relação de afeto e confiança entre a mãe e o bebê e, por isso, a mama é a nossa primeira referência da conexão de laços afetivos, além de representar feminilidade, amor, afetividade, acolhimento e compaixão por nós e por outras pessoas.

 

Os nódulos benigno e tumores malignos podem representar bloqueios sentimentais e afetivos como a dificuldade de exteriorizar o amor, por exemplo. Esses bloqueios podem ser sobre amor próprio e, também, como nos doamos nas nossas relações afetivas. 

 

Esses bloqueios podem refletir de diversas formas, como: 

  • Se fechar para novos envolvimentos sentimentais, devido a traumas e frustrações afetivas passadas, tornando-se uma pessoa mais fria e insensível;

  • Carência e apego em excesso;

  • Baixa autoestima e falta de amor próprio que dificulta a entrega total nas relações existentes e novas;

  • Cuidado extremo do outro e anulação de si mesmo.

 

Esses problemas afetivos tem origem de experiências sofridas no passado, seja por algum parente, amigos ou parceiros românticos. Se essas questões não forem bem resolvidas de forma mental, energética e espiritual, podem acabar se manifestando no físico.

 

Desta forma, é importante praticar o autoconhecimento e a autorreflexão sobre mágoas e frustrações passadas para equilibrar o coração e entrar em harmonia com o amor genuíno com nós mesmos e as pessoas que estão na nossa vida. Além de procurar fazer exames regularmente, as terapias convencionais e alternativas são ótimas opções para ressignificar problemas afetivos, ajudando a evitar que essa carga energética mal resolvida se manifeste no nosso corpo.  

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