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Tem medo de se expor? Talvez a avareza esteja dominando sua vida

mulher com dinheiro em fundo amarelo
Existem muitas facetas por trás da avareza (Foto: Shutterstock)

É muito comum o entendimento da avareza como falta de generosidade ou obsessão pelo acúmulo de dinheiro. Mas, esse chamado “pecado” vai muito além do aspecto financeiro e certamente está presente no dia a dia de qualquer pessoa.

O que não é muito claro é que o conceito “pecado” não faz jus ao potencial energético que ele denomina. Isso mesmo, tanto a avareza como a gula, a ira, a preguiça, o orgulho, a luxúria e a inveja são potenciais energéticos do ser humano, dos quais é impossível nos livrarmos. Por isso, uma terminologia mais condizente seria o termo “instinto” para se referir a eles.

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E uma parte boa dessa perspectiva é que esses instintos podem ser empregados de maneira mais ou menos desejáveis, cabendo a cada pessoa olhar para si e aprender a direcionar essa potência para que seja utilizada de maneira mais íntegra.

Avareza no dia a dia

É possível identificar a avareza manifestada em sua forma não tão bem-utilizada quando a pessoa:

  • possui apego excessivo a algo ou alguém;
  • encara os aspectos aos quais é apegado como Deus, reservando-lhes máxima prioridade;
  • mantém as pessoas sob controle, segurando-as e não permitindo que sejam livres;
  • bloqueia a própria espontaneidade, não se entregando à vida e
  • tem medo de se expor ou de se relacionar intimamente com os outros.

Quanto à ideia da avareza em conexão mais estreita com o dinheiro, isso se deve ao fato de que a maioria das pessoas são apegadas ao dinheiro, como se ele fosse o Deus delas ou o fator central e mais importante de suas vidas.

Ofertando o seu valor

A polaridade bem-utilizada da avareza está em oferecer o que você tem de valor – não necessariamente o dinheiro. Quanto mais você dá e entrega ao mundo, menos avarento está sendo.

Sempre seguindo os desejos do coração, é possível ofertar uma palavra de conforto, um conselho, um sorriso, um carinho, uma bronca, uma orientação, uma oportunidade…

Quando você sente que deve manifestar alguma ação como essas e não o faz, está bloqueando sua manifestação, apegado a esse aspecto valoroso que você possui e segurando-o com de você, deixando de colocá-lo no mundo e de entregá-lo para a vida.

Você já pensou que talvez determinada pessoa pode estar precisando justamente desse seu toque carinhoso ou do seu sorriso e, por medo do que os outros podem pensar ou para manter uma imagem de “bonzinho” ou “certinho”, você não segue seu coração, retém esse impulso dentro de você e, sendo avarento, deixa de oferecer aquilo que faria tão bem a essa pessoa?

Outra forma de vivenciar a avareza em seu aspecto mal-utilizado ocorre quando se faz algo de maneira displicente ou incompleta, sem expressar todo o potencial que é possível para você no sentido de que aquilo seja melhor. Novamente você está segurando toda essa capacidade com você, impedindo que ela seja colocada no mundo e cumpra com uma função.

Dar e receber

Ao ser avarento, a pessoa está dando pouco para a vida. Dessa forma, é natural que também receba pouco da vida.

Para poder ter o que colher, é necessário oferecer as sementes ao solo e plantar. Por isso, vale a reflexão sobre o quanto estamos nos doando e colocando a nossa essência naquilo que fazemos.

Entretanto, querer oferecer pensando apenas no que pode receber é uma ação carregada de interesse e manipulação. Ou seja, a frequência da energia presente na intenção ainda é a de receber e, por isso, essa oferta não tem valor como tal.

Avareza bem-utilizada

Não expressar todo o seu potencial e deixar de manifestá-lo na vida acaba trazendo tristeza. É como se você soubesse que pode oferecer mais e que, com isso, as coisas poderiam estar melhores, e ficasse com certa nostalgia dessa possibilidade que está paralisada, armazenada em você.

Estar em conexão com sua essência permite decodificar de maneira mais tranquila e natural o que deve ser feito e oferecido ao mundo e, assim, sua experiência na face da Terra torna-se cada vez mais satisfatória e cheia de contentamento. 

Um terapeuta pode potencializar e acelerar esse processo de autoconhecimento e encontro consigo mesmo.

Texto: Bia Albuquerque (@biaaterapeuta), humanoterapeuta, psicanalista espiritualista, facilitadora do Círculo da Vida e ledora de baralho terapêutico

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