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Saiba como usar a astrologia como ferramenta de autoconhecimento

Por Redação João Bidu 10/12/2019 ÀS 16H25
astrologia e autoconhecimento astrologia e autoconhecimento - Foto: Sutterstock/Sergey Nivens

Muito tem se falado de astrologia e autoconhecimento. Mas como o zodíaco pode ajudar alguém a refletir sobre questões íntimas e profundas?

Falar sobre astrologia, para muitos, se limita ao signo solar. Mas é comum também as pessoas não se identificarem com as características do signo solar. Por isso, é importante ter em mente que astrologia é um campo de estudo muito antigo e que pode ser utilizada para variados fins. Neste texto, o mapa astral natal, que é a fotografia dos astros no momento em que se nasce, será o protagonista.

Astrologia e autoconhecimento

Pois bem, a astrologia é uma poderosa ferramenta de autoconhecimento e tem duas funções úteis. Uma é identificar os pontos fortes e habilidades que são natas a um indivíduo e as que podem ser transformadas. Por exemplo, é comum pessoas se identificarem com uma profissão, reconhecerem habilidades e obterem mais confiança em sua jornada à medida que se compreende o mapa astral de nascimento.

A segunda função é ajudar a identificar as maneiras como alguém cria os seus próprios problemas e, assim, causa infelicidade a si mesmo e aos que estão a sua volta. Nessa lógica de astrologia e autoconhecimento, é importante ter em mente que os planetas não são responsáveis por nossa felicidade ou infelicidade. No mapa astral, eles apenas apontam as maneiras pelas quais alguém está construindo sua autorrealização ou autodefesa. E, se comportamentos autodestrutivos estão causando problemas, mapa astral pode ser usado como um guia para enfrentá-los de maneira real e direta.

Desse modo, fica claro que o mapa astral pode mostrar onde estão as facilidades e os desafios que, possivelmente, serão enfrentados durante a vida. A consciência dos pontos de expansão e limitação podem facilitar as estratégias pessoais de desenvolvimento.

Pior inimigo e os obstáculos

Para algumas pessoas, uma gota é um tsunami. E para essa mesma pessoa, pode ser que um furacão seja apenas uma brisa agradável. Bom, essa metáfora mostra que cada um sente um obstáculo de maneira diferente. E o autoconhecimento é importante justamente para saber “onde o calo aperta”. E esse calo pode ser identificado de duas formas no mapa astral: com os aspectos e na casa 12 – que, especificamente, diz sobre como uma pessoa se autossabota ou se torna seu próprio obstáculo e inimigo.

Se você já viu um mapa astral, percebeu que se trata de um gráfico redondo, dividido em 12 segmentos, com muitos riscos no centro. Alguns desses riscos representam aspectos facilitadores e outros desafiadores. E nada mais são de como um planeta se relaciona com outro. Essa “conversa” entre os astros indicam facilidades para sentir a brisa, mesmo em momentos tensos, ou os períodos e as áreas da vida que se têm dificuldade em achar uma saída.

Além desses aspectos, a 12ª casa do mapa astral – que é pisciana – possibilita a resposta de como uma pessoa se torna sua própria inimiga. A Casa 12 é a integração emocional, o íntimo mais profundo, mostra como alguém se permite viver ou se aprisiona. Por isso é interessante observar o signo dessa casa e como ela se comporta com o mapa todo. E vigiá-la!

Os padrões autodestrutivos

Os padrões autodestrutivos são como os modelos usados na confecção de vestidos. O mesmo pode ser usado repetidamente. Os vestidos podem parecer um pouco diferente devido as variações de material, cor ou comprimento, mas é basicamente o mesmo padrão. Da mesma forma, as pessoas com as quais alguém se envolve romanticamente (ou, igualmente, como amigos ou em situações de trabalho) podem parecer um pouco diferentes no começo, mas acabam sendo parecidas no final.

Por exemplo, alguém que é abandonado sucessivamente por companheiros(as) amorosos(as), provavelmente mantém o padrão de falta de confiança em relacionamentos de amizade, com entes familiares e no trabalho. Esse modelo pode ser identificado pelo mapa astral, no entanto, é interessante que a pessoa busque terapias ou outros métodos para que isso seja “quebrado” em sua vida.

Além dessas características é possível compreender outras, em várias áreas da vida. A astrologia como autoconhecimento é um estudo contínuo e para o resto da vida. Sempre que se olha um mapa astral novamente, se encontra um ponto não percebido ou não valorizado anteriormente. Não é à toa que a astrologia tem ganhado uma nova dimensão!

E você, o que acha da associação entre astrologia e autoconhecimento?

Texto: Bruna Giorgi

Instagram @in.flua

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