Religiosidade e fé

Por que não nos identificamos com uma pessoa mesmo sem conhecê-la? O espiritismo explica

Por Redação João Bidu 08/08/2017 ÀS 13H15
Mulher, sozinha, pensando, olhando pra cima. Espiritismo Mulher, sozinha, pensando, olhando pra cima. Espiritismo - Foto: Shutterstock.com

André Luiz, em seu livro Evolução em Dois Mundos, uma importante obra do espiritismo, escrito pela psicografia de Chico Xavier, explica que não somos de hoje, mas, que demoramos em torno de um bilhão e meio de anos para chegarmos à condição de homens. E, que daquela época até o presente, passam-se também mais alguns milhares de anos. Por isso, nessa jornada, convivemos com outros espíritos nas nossas várias reencarnações.

Desse modo, e a partir dessa convivência, nos tornamos simpáticos ou não, dependendo de nossa participação em conquistas territoriais que causaram guerras e divergências de toda a sorte. Assim, podemos, hoje, nos encontrarmos com pessoas que nos foram queridas e que contribuíram para nossos adiantamentos morais, técnicos, sociais, espirituais e éticos, como também podemos nos deparar com gente que foi um obstáculo aos nossos avanços pessoais e em grupo.

Deus nos coloca face a face com essas pessoas para os reais ajustes, pois Ele nos quer unidos e em paz. Assim como Mateus escreveu em seu livro, capítulo 5: 25-26:

“Assume logo uma conduta conciliadora com o teu adversário, enquanto estás com ele no caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao Juiz e o Juiz ao guarda e, assim, serás lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairá enquanto não pagar o último centavo.”

Desse modo, no espiritismo, explica-se que, nossos adversários do presente foram construídos no passado e que, por alguma ação ou proposta, devemos nesta vida nos reconciliarmos com eles o quanto antes.

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Texto e pesquisa: Natália Dário - Edição: Giovane Rocha

Consultoria: Guaraci de Lima Silveira, escritor, dramaturgo, articulista e palestrante espírita noEmbed

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