Amor

Incontinência urinária: entenda melhor o problema e como resolvê-la!

Por Redação João Bidu 30/03/2018 ÀS 01H00
Na imagem, a mulher faz yoga em um tapete rosa. Incontinência urinária. Na imagem, a mulher faz yoga em um tapete rosa. Incontinência urinária. - Reprodução/Pexels

A incontinência urinária é um problema que atinge duas vezes mais mulheres que homens. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 40% das mulheres acima de 40 anos possui algum grau do distúrbio. Isso porque as maiores causas estão relacionadas a região íntima feminina: gestação, parto, menopausa e flacidez com a idade. A boa notícia, no entanto, é que existem soluções simples e práticas!

O que é incontinência urinária

O distúrbio consiste na perda de urina de forma incontrolável. Existem quatro tipos principais do problema: a incontinência por esforço (ao tossir, espirrar, fazer exercícios físicos), de urgência (quando há uma súbita vontade de urinar e a pessoa, geralmente, não consegue chegar ao banheiro), a mista (indivíduos que tem mais de um tipo de grau) e a paradoxal (quando a bexiga está cheia até o limite, ocorrendo um transbordamento).

A incontinência urinária pode acontecer tanto em mulheres quanto em homens e, além das causas puramente femininas (como gestação, parto e questões hormonais), a idade e doenças como diabetes, derrames e obesidade podem gerar o problema.

Precauções e tratamento

Para evitar o surgimento da incontinência urinária é preciso fortalecer a musculatura da região íntima. Exercícios físicos, manter hábitos e peso saudáveis são algumas das formas para prevenir o surgimento do problema. Para as mulher, o pompoarismo é uma maneira eficiente de estimular a tonificação da área vaginal, anal e, também, da uretra - além de gerar benefícios para a vida sexual e como preparação para o parto normal.

Contudo, ao perceber os sintomas, é necessário procurar orientação médica especializada para o diagnóstico e tratamento, que pode ser desde recomendações para a mudança de estilos de vida até procedimentos cirúrgicos.

LEIA TAMBÉM

Texto: Camila Ramos/Colaboradora noEmbed

0739